O programa de mensagens instantâneas ICQ, que foi líder em seu segmento no Brasil nos anos 90, pode ganhar novo fôlego se der certo o plano da AOL de encontrar um investidor para o produto.
Criado pela israelense Mirabilis, o ICQ tornou-se um produto dominante em mensagens instantâneas durante meados dos anos 90, quando ainda predominavam conexões dial-up à internet.

Vendido para a AOL em junho de 1998 por US$ 297 milhões, o mensageiro padece de um quase abandono, já que a America Online possui outro aplicativo do tipo, o AOL Instant Messenger, que recebeu sempre maior promoção e esforços de inovação da companhia que o ICQ.
A separação da AOL do grupo Time Warner, no entanto, abre uma nova perspectiva para o ICQ. Isto ocorre porque a companhia americana quer desfazer-se do produto, que é pouco lucrativo, mas possui entre 40 e 50 milhões de usuários ativos no mundo. A AOL pede US$ 300 milhões pelo ICQ.

Atualmente na versão 6.5 e com uma versão 7.0 em desenvolvimento, o ICQ pode ter um novo dono em 2010, disposto a promovê-lo e torná-lo um produto competitivo para enfrentar o Windows Live Messenger – que domina o mercado brasileiro, entre outras coisas, por vir pré-instalado no Windows – e o Google Talk.
Fonte: Info Abril
Será que o ICQ ressurgirá das cinzas como Fenix?



