Samsung Corby

Samsung Corby

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Depois de fazer o maior sucesso com o Samsung Star, a fabricante viu que dava para criar um celular touchscreen ainda mais simples e barato. Aí surgiu o Corby, um aparelho para a molecada adolescente tão divertido quanto seu irmão mais velho e com mais opções de personalização por dentro e por fora. No software, dá para encher a tela de widgets, e no hardware, é possível trocar a capinha traseira por modelos coloridos. Tudo pelo preço decente de 599 reais, ou bem mais barato nos planos das operadoras.

A diferença de 200 reais em relação ao Star é justificada pela câmera fraquinha, de 2 megapixels, e pela tela um pouco menor, com 2,8 polegadas e resolução de 240 por 320 pixels. Porém, ela é capacitiva, o que traz uma ligeira melhora na resposta aos comandos com o dedo. O display com boa sensibilidade só é afetado pela lentidão do aparelho – tanto no funcionamento do sistema, quanto pela conexão EDGE. Sem 3G ou Wi-Fi, nem dá para usar direito as aplicações integradas a redes sociais que vêm embarcadas.

Com 1,4 centímetro de espessura, peso de 93 gramas e formas arredondadas, o celular não incomoda no bolso da calça jeans. O acabamento em cores brilhantes é muito bonito, mas deixa o equipamento melecado com impressões digitais. A construção do aparelho também é forte e proporciona boa ergonomia, com uma leve curvatura para caber direito na palma da mão. As conexões laterais ficam bem protegidas por tampas plásticas. Uma reclamação vai para a posição do cartão microSD, embaixo da bateria.

Divertido e fácil de usar

O sistema operacional do Corby, com interface TouchWiz, é muito bem resolvido para os comandos com os dedos. Os recursos mais utilizados podem ficar numa das três áreas de trabalho, em forma de widgets – com um toque, dá para atualizar o Twitter, fazer buscas e acessar serviços do Google, como YouTube e Maps. Tanto as páginas iniciais como o menu principal possuem ícones grandes e facilmente acessíveis com o indicador.

Com a limitação da rede lenta, o modelo acaba sendo uma opção mais interessante para quem está a fim de tirar onda com um aparelho touchscreen e ouvir música, guardar contatos com fotos na agenda e dar uns cliques básicos pela câmera de 2 megapixels. Simples de tudo, ela tem apenas os recursos de captura e edição básicos, como detector de sorrisos, foto panorâmica e disparo contínuo. Nada de flash ou foco automático.

O player de música possui um equalizador razoável e permite visualizar detalhes dos arquivos, como formato e tamanho. O celular só não substitui o iPod de forma competente por causa do cartão de memória pequeno (tem apenas 1 GB) e pela entrada proprietária para fone de ouvido. O modelo intra-auricular que acompanha o produto não faz feio, apresentando graves fortes, mas também não impressiona pela definição. No mais, o celular tem aqueles recursos básicos: rádio FM com RDS, Bluetooth e programa para reconhecer qual música está tocando no ambiente.

Bateria Highlander

Geralmente não esperamos muito desses celulares touchscreen em termos de duração de bateria, pois a tela grande costuma exigir bastante deles. Mas o Corby, assim como o Star, foi muito bem em nossos testes. Ele aguentou firme por 515 minutos, enquanto os outros aparelhos intermediários mostrados abaixo não chegaram nem a 400 minutos. Mas é claro que, se tivesse Wi-Fi ou 3G ligados, o resultado seria bem pior.

Duração da bateria (em minutos)
Numeros maiores indicam melhor desempenho em chamadas

Samsung Corby 515

Sony Ericsson W705 395

Samsung Scrapy 304

LG GT360 Messenger
295

(info.abril.com.br)

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Autor : anderson

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Comentários


  1. raphael
    10 de outubro de 2011

    tenho um muito bom vale apena comprar.

    ate quem nao sabe usar celular aprende a usar.


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